Caderno de preços da empresa, com a referência de mercado ao lado
O preço de cada trabalho costuma viver na cabeça de quem orçamenta, e sai diferente conforme o dia e o cliente. Quando alguém pergunta porque é que aquela rubrica custa aquilo, a resposta é a memória do último orçamento.
O caderno guarda a rubrica, a unidade, a descrição do trabalho e o preço que a empresa pratica. Ao lado, quando existe, aparece um intervalo de referência com a fonte e a data em que foi apurado. Serve para enquadrar: o preço continua a ser uma decisão da empresa.

Caderno de preços, por dentro.
Rubricas com unidade e descrição
Cada rubrica diz o que o trabalho inclui, e é essa descrição que segue para a proposta do cliente. O preço unitário vem a seguir, não antes.
Referência com fonte e data
As rubricas do catálogo trazem um intervalo apurado, com a origem e a data ao lado, para enquadrar um preço antes de o fixar.
Com material ou só mão de obra
O mesmo trabalho tem bases diferentes conforme o material seja da empresa ou do cliente, e as duas nunca se misturam no mesmo intervalo.
Ofícios à sua maneira
Renomeie, reordene ou esconda os ofícios do catálogo, e crie os seus quando a gaveta que existe não servir para o que faz.
Sugestão pela ordem certa
Ao orçamentar, a aplicação propõe o preço que fixou; na falta dele, o que a empresa já cobrou naquela rubrica; e só depois a referência.
Nada entra sozinho
Uma linha escrita à mão fica na obra onde nasceu. Só entra no caderno o que mandar guardar, para o caderno não encher de acertos pontuais.
O que isto vale na obra.
O preço é o mesmo, seja quem for a orçamentar
Deixa de depender da memória de quem está a fazer o documento naquele dia, e passa a ser uma decisão tomada uma vez.
Argumento para defender o valor
Quando o cliente compara com outra proposta, a descrição diz o que está incluído, e é aí que a diferença costuma estar.
Reajustar deixa de ser rever tudo
Sobe o preço da rubrica e os orçamentos seguintes já saem com ele, sem procurar o valor antigo em ficheiros espalhados.
Onde isto se encaixa.
Os ecrãs são a aplicação a funcionar, com dados de demonstração.
Onde a rubrica é usada
O preço unitário e a descrição do trabalho seguem para o orçamento sem serem reescritos. A descrição é o que o cliente lê na proposta, e é ela que explica o que está incluído.

Como se sabe se o preço estava certo
A margem que a obra deixou é a resposta ao preço que se praticou. Uma rubrica que fica curta obra após obra aparece aqui antes de aparecer no caderno.

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Caderno de preços: o que perguntam
A Quantobra diz-me quanto devo cobrar?+
Não. Mostra intervalos observados, com fonte e data, para enquadrar, e nunca preços recomendados. A fixação do preço é sempre uma decisão de cada empresa.
De onde vêm os intervalos de referência?+
De um catálogo próprio, apurado por composição de custo, com a origem e a data de apuramento declaradas rubrica a rubrica. Rubricas sem intervalo ficam sem intervalo, em vez de aparecerem com valores por preencher.
Posso usar só os meus preços e ignorar o catálogo?+
Pode. Cria as suas rubricas de raiz e o catálogo fica de fora. Também pode adotar uma rubrica do catálogo e sobrepor-lhe o seu preço, ficando a descrição do trabalho e a referência ao lado.
O que acontece se uma rubrica sair do catálogo?+
A sua fica intacta, com o preço e os rótulos que tinha, e passa a ser rubrica própria da empresa. Perde-se só o intervalo de referência e a fonte, que deixaram de existir.
Como sei se estou a cobrar abaixo da referência?+
Cada rubrica mostra a posição do seu preço face ao intervalo, comparada com a base certa, com material ou sem ele. Estar fora não é um erro: é informação para decidir.
Veja isto com as suas obras dentro
Crie conta, guarde os seus preços e lance a primeira obra. O orçamento, a aprovação e os custos ficam ligados, e a margem aparece sozinha.