Margem realizada, obra a obra
Há duas margens numa obra: a que se orçamentou e a que ficou. A primeira é uma intenção, e a segunda costuma aparecer quando já não dá para corrigir nada.
A margem que aqui se mostra é a realizada: a receita é o que já foi faturado ao cliente, o custo é o que já foi lançado. Enquanto não houver fatura, a receita da obra fica a zero por muito que já se tenha gasto, e é isso que torna a conta honesta em vez de otimista.

Margem por obra, por dentro.
Previsto ao lado do real
O que foi orçamentado e o que a obra levou até agora, na mesma linha, com a diferença calculada em vez de deduzida.
O contrato é o que foi aprovado
O total do contrato conta apenas orçamentos aprovados. Um rascunho não é um contrato, e por isso não entra na conta.
Saúde da margem
Cada obra tem um estado calculado sobre a margem realizada. As obras sem custo lançado ficam neutras, em vez de aparecerem saudáveis por falta de dados.
Tesouraria à parte
O que entra e sai do banco mostra-se com IVA, a rentabilidade mostra-se líquida, e as duas bases aparecem escritas ao lado do valor.
Custo por categoria
Onde o dinheiro da obra foi parar, por categoria e por fornecedor, para saber que parte estourou e não só que estourou.
O que isto vale na obra.
Dá para reagir enquanto a obra decorre
Uma margem a cair a meio ainda se corrige com uma conversa sobre trabalhos a mais. No fecho já só se explica.
O orçamento seguinte aprende com este
Saber que rubrica ficou curta na obra passada é o que faz o preço da próxima ser outro, em vez de repetir o mesmo erro.
A conversa com o cliente tem contas atrás
Pedir um ajuste ou justificar um trabalho a mais é outra conversa quando os custos daquela obra estão todos no mesmo sítio.
Onde isto se encaixa.
Os ecrãs são a aplicação a funcionar, com dados de demonstração.
De onde vem a receita
O contrato é a soma dos orçamentos aprovados daquela obra. A receita realizada é menor do que ele até se faturar, e é essa diferença que a barra do faturado mostra.

De onde vem o custo
Cada documento lançado, com fornecedor, categoria e regime de IVA. É a soma destes que entra na conta, e não uma estimativa do que a obra deve estar a levar.

E como se compara com as outras
A obra deixa de se avaliar sozinha. No painel fica ao lado das restantes, ordenada pela saúde da margem, que é a ordem por onde se decide a quem dar atenção.

Em todos os planos, desde 89 € por mês no plano anual
Todas as funcionalidades entram em qualquer plano. O que sobe de escalão é o volume, e começa com 7 dias grátis.
Obras ativas em simultâneo
- Essencial
- 5
- Profissional
- Ilimitadas
- Empresarial
- À medida
Margem por obra: o que perguntam
Como é calculada a margem de uma obra?+
É a receita já faturada ao cliente menos o custo já lançado, sempre líquida de IVA. A percentagem sai dessa diferença sobre a receita, e a obra é classificada por escalões de saúde.
Porque é que a obra aparece sem receita se já a comecei?+
Porque ainda não há fatura emitida ao cliente. O contrato aprovado aparece à parte, como valor contratado, mas não conta como receita realizada: contar antes de faturar era mostrar lucro que ainda não existe.
A margem conta com o IVA?+
Não. O IVA não é receita nem é custo, é imposto que passa. A rentabilidade mostra-se sempre líquida, e a tesouraria, que é o que mexe na conta bancária, mostra-se com IVA e diz que é com IVA.
E quando a obra é em autoliquidação?+
Líquido e total passam a ser o mesmo valor, mas o rótulo não desaparece: passa a dizer que é líquido e que há inversão do sujeito passivo. A ausência de IVA nunca se comunica pela ausência de rótulo.
Já tenho obras a decorrer. Dá para começar por elas?+
Dá. Há um assistente que traz a obra a meio, com o contrato, o que já faturou, a aprovação em papel se existir e os custos até à data, sem obrigar a refazer o histórico.
Veja isto com as suas obras dentro
Crie conta, guarde os seus preços e lance a primeira obra. O orçamento, a aprovação e os custos ficam ligados, e a margem aparece sozinha.